Continuando a série de receitas de fim de ano, venho aqui lhe apresentar a minha obra prima do ano. Na verdade, é a coisa mais maravilhosa que já fiz na cozinha em toda a minha vida... e olha que eu digo isso sem nem ter provado ainda!
O nome original da receita é "Pavê Classic de Maracujá", e você a encontra aqui, no site da Nestlé. Obviamente, eu me utilizei de liberdade poética na minha execução.
Apesar de estarmos no último dia do ano e não dar tempo de usá-la como sugestão para sobremesa das festas, atesto logo que ela fará sucesso em qualquer ocasião, inclusive você pode usá-la para seu próprio entretenimento pessoal ou para simplesmente fazer inveja aos mais próximos (o que também cai na categoria anterior).
Nota: Como sou subversiva, na minha versão da receita não foi usado nenhum produto Nestlé!
Ingredientes
- 200g de chocolate de cobertura para derreter (na receita original, pede um tablete de chocolate, e eu não sei quanto é isso, então usei aquela tora de chocolate da Lacta para recheio/cobertura, na qual cada quadradinho tem 50g).
- 1 caixa de leite condensado (395 g, segundo a caixa)
- 2 caixas de creme de leite (200g cada)
- 100g de suco de maracujá concentrado (vulgo: um saquinho daqueles de polpa congelada devidamente derretida, em temperatura ambiente)
- 1 pacote de biscoito champanhe
- 200 ml de leite
- Um saquinho de 50g de pó para chantilly
Modo de Preparo
Comece derretendo o chocolate em banho maria.
Para quem não sabe fazer isso (sim, o blog é para dummies), é simples: pegue uma panela com uma certa profundidade (eu não tenho a mínima idéia de capacidade de panela, mas eu acho que é da média... maior que um papeiro, claro, menor que hmm... uma panela de pressão pequena) e bote água. Não muito, apenas para cobrir o fundo, porque não queremos inundar o chocolate de água. Quando a água estiver fervendo, desligue o fogo e encaixe uma vasilha de vidro na panela e coloque o chocolate (devidamente picado, vale salientar, não com os quadradinhos inteiros). Se for muito chocolate, vá derretendo por partes. Deixe o calor fazer a sua parte.
Se você se utilizar na mesma fonte de chocolate que eu, no verso da embalagem ensina direitinho como fazer. Isso geralmente é válido para todas as barras desse tipo. Afinal, essa é a razão de ser delas.
Depois do chocolate derretido, coloque uma caixa de creme de leite e misture bem, até ficar aquele creme de chocolate que promete saciar seus desejos mais obscuros. Por enquanto, porém, você vai deixá-lo ali.
Vencida esta parte, você pode tanto ir pra o preparo do creme de maracujá, ou para o do chantilly. Provando que sou capaz de multitasking, fiz as duas ao mesmo tempo. :P
Para o chantilly, siga as instruções do saquinho. No meu, dizia para misturar o pó com 100 ml de leite bem gelado, e bater (na batedeira) primeiro 1 minuto na velocidade mínima, depois 3 minutos aumento gradativamente a velocidade. Bem, eu não obedeci exatamente esses tempos, afinal, estava fazendo outra coisa ao mesmo tempo, e também não tenho idéia de quanto tempo gastei, mas pelo visto, quanto mais você bater o chantilly, melhor. Por favor, note que, quando eu digo isso, não me refiro a passar horas batendo, e sim apenas alguns minutos adicionais, na faixa de 3 a 5.
O creme de maracujá é, na verdade, um mousse. Suco de maracujá, creme de leite (a outra caixa) e leite condensado. Misture tudo no liquidificador. Aqui também vale a regra de quanto mais tempo melhor (com as mesmas ressalvas que fiz acima, só que um tempo ainda menor para o mousse, digamos, no máximo, exagerando muito, 5 minutos... ok, 3 minutos.) primeiro na primeira velocidade (aquela de bater massas), depois aumenta. Se bem que acho que isso de alterar as velocidades do liquidificador pra mousse é frescura minha. Bata na velocidade que quiser, pelo tempo que quiser, e seja feliz. Não esqueça de uma indicação muito importante para ver se o negócio está certo ou errado: aspecto visual. Se estiver com cara de mousse, é porque é. Isso vale para tudo (ou quase tudo) na cozinha.
Então com todos os cremes preparados, pegue seu saquinho de biscoito champagne festivo, um pratinho raso com leite (pense que você vai alimentar um gatinho abandonado) e vá molhando os biscoitos (sem piada nenhuma).
Em um refratário de vidro (a indicação do site da receita original é de um reratário quadrado 21x21, mas o meu foi retangular, com medidas ignoradas... uma amiga fez essa receita em um refratário oval, então o formato realmente é o de menos, o importante é que a montagem da sobremesa caiba dentro dele), monte uma base com os biscoitos umedecidos (ui), criando um pavimento (daí o nome "pavê", tchanan!).
Então, em cima dos biscoitos, coloque uma camada do creme de maracujá, uma camada do creme de chocolate, e, por fim, o chantilly. Aviso logo que a adição do chantilly na receita transforma o conceito dela de "ótimo" para "excepcional". Se quiser, por cima de tudo, coloque raspas de chocolate, limão, ou do que você quiser colocar e acha que vai ficar gostoso. Eu como sou preguiçosa me limitei aos cremes.
Com tudo prontinho, bonitinho e arrumadinho, coloque na geladeira por cerca de 4 horas. O meu pavê está lá na minha, e só poderei ceder à tentação daqui a 2:30. T_T
Um conselho: não fique abrindo a geladeira desnecessariamente durante esse tempo, para "beber água" ou utilizando-se de qualquer desculpa esfarrapada que você pode inventar apenas para ficar admirando sua sobremesa. Isso só vai fazer com que você tenha que esperar mais.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Receitas de fim de ano - parte 1: Cookies!!!
Como diria Simone: "Então é Natal, e Ano Novo também..."
Ok, a letra não é exatamente essa, mas esse é um blog de culinária, não de música!!!
O que eu quero dizer é que, neste final de ano, estou planejando alguma aventuras gastronômicas que provavelmente serão reveladas nos mínimos detalhes sórdidos apenas para você, leitor deste blog. Preparem seus corações!
Pois bem, depois da chamada sensacionalista, vamos à receita da vez...
Estava eu de papo com uma conhecida americana, e ela estava me falando que andava muito ocupada com as festas de fim de ano na casa dela, e que teria que fazer alguns itens da ceia. Dentre eles, cookies. Logo eu me empolguei, pois adoro cookies (ah, Subway, cadê você quando eu preciso???) , e perguntei se ela sabia fazer mesmo... assim, de verdade. E ela disse que fazia cookies desde os 4 anos, e que tinha receitas de milhões de tipos diferentes...
Ou seja, estava falando com uma expert!
Não perdi tempo e pedi pra ela me dar uma receita fácil e rápida. Cookies para Dummies. E eis que lhes apresento nossa primeira receita internacional!!
E sim, ela me deu em inglês... eu já comecei a me preocupar quando ela perguntou se eu usava o sistema métrico... traduzir a receita já foi um desafio à parte...
Ingredientes
2/3 cup* of shortening - segundo o tradutor do Google, a quem eu devo creditar a co-autoria deste trabalho, "shortening" é "gordura". Depois de alguma abstração, eu imaginei que seria gordura vegetal... mas aí a dona da receita disse que eu poderia substituir por manteiga mesmo, que no fundo era a mesma coisa, só que manteiga tinha um sabor mais "rico".
1/2 cup of margarine or butter softened - Sim, margarina ou manteiga... se por acaso você for substituir o "shortening" por manteiga, eu recomendo o uso de margarina pra não ficar uma coisa tão pleonástica...
2 eggs - Ovos
1 teaspoon* of salt - Sal
3/4 cup of sugar - Açucar
3/4 cup of brown sugar - Bem... açucar marrom, imaginei eu, que seria açucar mascavo... é o único açucar de cor marrom que conheço :P
2 teaspoons of Vanilla extract - Extrato de baunilha... deve ser a mesma coisa que essência de baunilha, né? :P
1 teaspoon of baking soda - Por incrível que pareça (e segundo o Google tradutor), isso é bicarbonato de sódio... pois é...
3 cups of flour - Farinha!!! Eu perguntei se era de trigo, e ela me disse que era "all-purpose flour"... não tendo a mínima idéia do que diabo é isso, perguntei se era a mesma que se usa pra fazer bolo... então ela me disse que 1 cup(*) de "all purpose flour" menos 2 tablespoons(*) é igual a 1 cup (*) de farinha pra bolo. E sim, ela colocou através de "fórmula": (1c - 2tbsp). Basicamente, adiciona-se 2 tablespoons (*) para cada cup(*) da receita, se utilizar farinha pra bolo.
12 oz* of chocolate chips - Gotas de chocolate <3
-------------
* Medidas
Ah, as medidas foram uma diversão por si só...
Cup: traduzindo, seria "copo" ou "xícara", mas eu sei que as coisas de lá tem o tamanho diferente das coisas de cá, então procurei no google e constatei que 1 cup = 250 ml.
Teaspoon: Colher de chá...
...
...
Agora que notei que traduzi errado quando eu fiz e errei na medida ><
(obs: alguém mais lembrou de Mary Poppins?? :P)
Tablespoon: Colher de sopa. E sim, eu confundi a colher de chá com colher de sopa...
Oz: Ok, fazendo a conversão... se 4 oz = 150 ml, então 12 é... (pega a calculadora)... 450 ml!!! Ou seja... 3 xícaras de chá ou 3 copos americanos... ou para os que carecem desse tipo de sofisticação, 1 copo e meio de requeijão... (segundo este site).
-------------
Modo de preparo:
Pré-aqueça o fogo a 350 graus... se claro, seu forno for decente (diferente do meu) e você realmente puder ter noção de temperatura e estado de cozimento (diferente do meu). O tempo de pré-aquecimento é o tempo em que você vai preparando a receita...
Misture ovos, manteiga/margarina, gordura vegetal/manteiga, açucar, sal, baunilha e bicarbonato de sódio até tudo ficar bem... err... misturado :P Pode ser com batedeira (mais fácil), ou com uma colher de madeira (mais difícil). Se você está lendo a receita neste blog, não há dúvida em qual rota escolher...
Aí adicione gradualmente a farinha, e depois as gotas de chocolate.
Em um descoberta fenomenal, achei aqui em casa um copo de medidas "combo", que tem a marcação para sólidos e líquidos e seus correspondentes em ml, grama, e o diabo a quatro. Tudo o que você precisa para suas receitas... foi lá que eu medi os "cups"... chegou uma hora, porém, que acabei errando ao colocar a farinha no copo e passei (muito) da linha... foi aí que eu abstraí que medidas são para os fracos! (E levando em conta o fato que onde pedia colher de chá eu coloquei colher de sopa... vejo que isso foi o de menos...).
Por sugestão da dona da receita, e por amar chocolate, eu ainda coloquei 3 colheres de sopa de chocolate em pó, para, obviamente, ter como resultado cookies de chocolate!
E não, eu não encontrei gotas de chocolate :(
Utilizei-me, então, da dica do oráculo culinário e colaboradora (ausente) deste blog, Maja, que me disse pra eu colocar pedaços de chocolate, daquelas barras que se derretem pra fazer recheio e cobertura. Quando eu fui cortar os pedaços, não saíram pedaços, e sim raspas, então eu me dei por satisfeita em ter meu cookie com "farpas" de chocolate... obviamente, no final, tudo derreteu no forno, então não fez diferença alguma visualmente... sobre o gosto, bem... como direi... falo no final :P
Continuando a receita...
Em uma "cookie sheet" (nota do Google: assadeira), coloque "blobs" de 1 e meio "inch", separados por 1-2 "inchs" de distância.
Ok, respiremos, e vamos por partes...
O que seria um "blob"? Bem, é mais ou menos quando cai um pouco de tinta no chão, e fica aquela pocinha/círculo/mancha... pois é... é como uma gota espalhada... in casu, pegue a sua colher de sopa amiga, que está lhe acompanhando desde o início da receita, encha com uma quantidade de massa e jogue na assadeira, como se fosse um pedreiro rebocando parede... aí vc tenta dar uma uniformizada para conferir um ar de dignidade ao seu futuro cookie... eu descobri, porém, que não precisa se preocupar muito, porque no forno ele vai tomar sua forma característica por si só... salvo se você tiver amontoado a massa no canto da assadeira, porque aí ele vai ficar meio quadrado... ou se você não colocou uma distância decente entre os "blobs", o que faz os cookies se juntarem (no cúmulo da desobediência civil) e se tornarem um grande cookie do tamanho de sua assadeira...
Um "inch" é uma polegada. O que seria 2,5 cm. Como eu não estou frescando a ponto de pegar uma régua para cozinhar, usei a medida universal, o dedo! Pra não fazer (muito) feio, até usei meu polegar pra dar uma idéia...
----
Nota: Isso me lembra um dia quando um amigo veio me perguntar quantas polegadas tinha o monitor de meu notebook. Eu olhei para as bordas da tela, para a parte de baixo onde tem as especificações, mas não encontrei nada que me revelasse tal informação. Então, medi as polegadas com meus polegares (dã), da ponta do dedo até a primeira junta, fazendo uma linha diagonal na tela. Não deu certo. Eis como se deu o diálogo aproximadamente:
Eu: Acho que são X (não lembro qto deu)...
Ele: Vc ACHA?
Eu: É... pelo que eu medi aqui com os polegares...
Ele: Vc MEDIU???
Pois é... não é só na cozinha que sou dummy...
----
A receita deve dar uns 24 "blobs', se você for generoso com a sua colherada. Isso dá cookies grandes. Uma vez a postos, asse até o topo ficar firme e a parte de baixo ligeiramente marrom... LIGEIRAMENTE... no sentido de NÃO DEIXE QUEIMAR! Aí, tira-se do forno, coloca num prato e deixa esfriar antes de comer...
Obviamente, no meu caso, não foi bem assim...
Primeiro que, sem uma estimativa real de tempo de "assamento", eu não tinha como controlar o andamento da coisa sem ficar de vez em quando abrindo o forno e consequentemente, colocando tudo a perder com o escape de calor. Segundo, meu forno é daqueles de fogão que já cheira a queimado antes da coisa pensar em assar. Terceiro... bem... eu estava jogando wow, e tava upando em Stranglethorn Valley...
Ou seja, demorou pra assar mais do que deveria, eu não tinha idéia da temperatura que deveria colocar ali (porque fogo baixo, médio e alto, por mais que insistam, NÃO É UMA REFERÊNCIA VÁLIDA!!!), e eu ativamente estava ignorando odores suspeitos porque sabia que o forno estava me enganando.
Quando eu já tinha dado tempo de completar toda uma chain quest em Booty Bay, percebi que algo estava MUITO errado, e simplesmente desliguei o forno na esperança de que, apesar dos cookies ainda parecerem moles, eles ainda desfrutassem do calor residual aconchegante. Resultado: Cookies carbonizados.
Dos 24, salvaram-se 3. O cheiro de queimado está até agora aromatizando a casa inteira....
Feliz natal!
Ok, a letra não é exatamente essa, mas esse é um blog de culinária, não de música!!!
O que eu quero dizer é que, neste final de ano, estou planejando alguma aventuras gastronômicas que provavelmente serão reveladas nos mínimos detalhes sórdidos apenas para você, leitor deste blog. Preparem seus corações!
Pois bem, depois da chamada sensacionalista, vamos à receita da vez...
Estava eu de papo com uma conhecida americana, e ela estava me falando que andava muito ocupada com as festas de fim de ano na casa dela, e que teria que fazer alguns itens da ceia. Dentre eles, cookies. Logo eu me empolguei, pois adoro cookies (ah, Subway, cadê você quando eu preciso???) , e perguntei se ela sabia fazer mesmo... assim, de verdade. E ela disse que fazia cookies desde os 4 anos, e que tinha receitas de milhões de tipos diferentes...
Ou seja, estava falando com uma expert!
Não perdi tempo e pedi pra ela me dar uma receita fácil e rápida. Cookies para Dummies. E eis que lhes apresento nossa primeira receita internacional!!
E sim, ela me deu em inglês... eu já comecei a me preocupar quando ela perguntou se eu usava o sistema métrico... traduzir a receita já foi um desafio à parte...
Ingredientes
2/3 cup* of shortening - segundo o tradutor do Google, a quem eu devo creditar a co-autoria deste trabalho, "shortening" é "gordura". Depois de alguma abstração, eu imaginei que seria gordura vegetal... mas aí a dona da receita disse que eu poderia substituir por manteiga mesmo, que no fundo era a mesma coisa, só que manteiga tinha um sabor mais "rico".
1/2 cup of margarine or butter softened - Sim, margarina ou manteiga... se por acaso você for substituir o "shortening" por manteiga, eu recomendo o uso de margarina pra não ficar uma coisa tão pleonástica...
2 eggs - Ovos
1 teaspoon* of salt - Sal
3/4 cup of sugar - Açucar
3/4 cup of brown sugar - Bem... açucar marrom, imaginei eu, que seria açucar mascavo... é o único açucar de cor marrom que conheço :P
2 teaspoons of Vanilla extract - Extrato de baunilha... deve ser a mesma coisa que essência de baunilha, né? :P
1 teaspoon of baking soda - Por incrível que pareça (e segundo o Google tradutor), isso é bicarbonato de sódio... pois é...
3 cups of flour - Farinha!!! Eu perguntei se era de trigo, e ela me disse que era "all-purpose flour"... não tendo a mínima idéia do que diabo é isso, perguntei se era a mesma que se usa pra fazer bolo... então ela me disse que 1 cup(*) de "all purpose flour" menos 2 tablespoons(*) é igual a 1 cup (*) de farinha pra bolo. E sim, ela colocou através de "fórmula": (1c - 2tbsp). Basicamente, adiciona-se 2 tablespoons (*) para cada cup(*) da receita, se utilizar farinha pra bolo.
12 oz* of chocolate chips - Gotas de chocolate <3
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* Medidas
Ah, as medidas foram uma diversão por si só...
Cup: traduzindo, seria "copo" ou "xícara", mas eu sei que as coisas de lá tem o tamanho diferente das coisas de cá, então procurei no google e constatei que 1 cup = 250 ml.
Teaspoon: Colher de chá...
...
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Agora que notei que traduzi errado quando eu fiz e errei na medida ><
(obs: alguém mais lembrou de Mary Poppins?? :P)
Tablespoon: Colher de sopa. E sim, eu confundi a colher de chá com colher de sopa...
Oz: Ok, fazendo a conversão... se 4 oz = 150 ml, então 12 é... (pega a calculadora)... 450 ml!!! Ou seja... 3 xícaras de chá ou 3 copos americanos... ou para os que carecem desse tipo de sofisticação, 1 copo e meio de requeijão... (segundo este site).
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Modo de preparo:
Pré-aqueça o fogo a 350 graus... se claro, seu forno for decente (diferente do meu) e você realmente puder ter noção de temperatura e estado de cozimento (diferente do meu). O tempo de pré-aquecimento é o tempo em que você vai preparando a receita...
Misture ovos, manteiga/margarina, gordura vegetal/manteiga, açucar, sal, baunilha e bicarbonato de sódio até tudo ficar bem... err... misturado :P Pode ser com batedeira (mais fácil), ou com uma colher de madeira (mais difícil). Se você está lendo a receita neste blog, não há dúvida em qual rota escolher...
Aí adicione gradualmente a farinha, e depois as gotas de chocolate.
Em um descoberta fenomenal, achei aqui em casa um copo de medidas "combo", que tem a marcação para sólidos e líquidos e seus correspondentes em ml, grama, e o diabo a quatro. Tudo o que você precisa para suas receitas... foi lá que eu medi os "cups"... chegou uma hora, porém, que acabei errando ao colocar a farinha no copo e passei (muito) da linha... foi aí que eu abstraí que medidas são para os fracos! (E levando em conta o fato que onde pedia colher de chá eu coloquei colher de sopa... vejo que isso foi o de menos...).
Por sugestão da dona da receita, e por amar chocolate, eu ainda coloquei 3 colheres de sopa de chocolate em pó, para, obviamente, ter como resultado cookies de chocolate!
E não, eu não encontrei gotas de chocolate :(
Utilizei-me, então, da dica do oráculo culinário e colaboradora (ausente) deste blog, Maja, que me disse pra eu colocar pedaços de chocolate, daquelas barras que se derretem pra fazer recheio e cobertura. Quando eu fui cortar os pedaços, não saíram pedaços, e sim raspas, então eu me dei por satisfeita em ter meu cookie com "farpas" de chocolate... obviamente, no final, tudo derreteu no forno, então não fez diferença alguma visualmente... sobre o gosto, bem... como direi... falo no final :P
Continuando a receita...
Em uma "cookie sheet" (nota do Google: assadeira), coloque "blobs" de 1 e meio "inch", separados por 1-2 "inchs" de distância.
Ok, respiremos, e vamos por partes...
O que seria um "blob"? Bem, é mais ou menos quando cai um pouco de tinta no chão, e fica aquela pocinha/círculo/mancha... pois é... é como uma gota espalhada... in casu, pegue a sua colher de sopa amiga, que está lhe acompanhando desde o início da receita, encha com uma quantidade de massa e jogue na assadeira, como se fosse um pedreiro rebocando parede... aí vc tenta dar uma uniformizada para conferir um ar de dignidade ao seu futuro cookie... eu descobri, porém, que não precisa se preocupar muito, porque no forno ele vai tomar sua forma característica por si só... salvo se você tiver amontoado a massa no canto da assadeira, porque aí ele vai ficar meio quadrado... ou se você não colocou uma distância decente entre os "blobs", o que faz os cookies se juntarem (no cúmulo da desobediência civil) e se tornarem um grande cookie do tamanho de sua assadeira...
Um "inch" é uma polegada. O que seria 2,5 cm. Como eu não estou frescando a ponto de pegar uma régua para cozinhar, usei a medida universal, o dedo! Pra não fazer (muito) feio, até usei meu polegar pra dar uma idéia...
----
Nota: Isso me lembra um dia quando um amigo veio me perguntar quantas polegadas tinha o monitor de meu notebook. Eu olhei para as bordas da tela, para a parte de baixo onde tem as especificações, mas não encontrei nada que me revelasse tal informação. Então, medi as polegadas com meus polegares (dã), da ponta do dedo até a primeira junta, fazendo uma linha diagonal na tela. Não deu certo. Eis como se deu o diálogo aproximadamente:
Eu: Acho que são X (não lembro qto deu)...
Ele: Vc ACHA?
Eu: É... pelo que eu medi aqui com os polegares...
Ele: Vc MEDIU???
Pois é... não é só na cozinha que sou dummy...
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A receita deve dar uns 24 "blobs', se você for generoso com a sua colherada. Isso dá cookies grandes. Uma vez a postos, asse até o topo ficar firme e a parte de baixo ligeiramente marrom... LIGEIRAMENTE... no sentido de NÃO DEIXE QUEIMAR! Aí, tira-se do forno, coloca num prato e deixa esfriar antes de comer...
Obviamente, no meu caso, não foi bem assim...
Primeiro que, sem uma estimativa real de tempo de "assamento", eu não tinha como controlar o andamento da coisa sem ficar de vez em quando abrindo o forno e consequentemente, colocando tudo a perder com o escape de calor. Segundo, meu forno é daqueles de fogão que já cheira a queimado antes da coisa pensar em assar. Terceiro... bem... eu estava jogando wow, e tava upando em Stranglethorn Valley...
Ou seja, demorou pra assar mais do que deveria, eu não tinha idéia da temperatura que deveria colocar ali (porque fogo baixo, médio e alto, por mais que insistam, NÃO É UMA REFERÊNCIA VÁLIDA!!!), e eu ativamente estava ignorando odores suspeitos porque sabia que o forno estava me enganando.
Quando eu já tinha dado tempo de completar toda uma chain quest em Booty Bay, percebi que algo estava MUITO errado, e simplesmente desliguei o forno na esperança de que, apesar dos cookies ainda parecerem moles, eles ainda desfrutassem do calor residual aconchegante. Resultado: Cookies carbonizados.
Dos 24, salvaram-se 3. O cheiro de queimado está até agora aromatizando a casa inteira....
Feliz natal!
sábado, 18 de dezembro de 2010
Arroz colorido com calabresa rapidinho
Bem gente, essa receita não tem quantidade certa, porque é aquela que se faz com resto de comida, ou seja, uma gororoba rápida.
Ingredientes
Arroz branco cozido
Calabresa
Cenoura
Cebola
Sazon para arroz
Milho verde
Ervilha
Modo de preparo
Corte a calabresa em pedaços bem pequenos e coloque para fritar na própria gordura dela, ou seja, não precisa adicionar óleo, margarina ou coisas do gênero.
Rale a cenoura e a cebola e frite com margarina em uma outra panela. Adicione o sazon e deixe fritar um pouco. Adicione o arroz e misture bem. Coloque o milho verde, a ervilha e a calabresa frita. Misture e está pronto!
Essa receita é rápida, boa para quem tá com fome e está com preguiça de fazer algo mais elaborado. =)
Ingredientes
Arroz branco cozido
Calabresa
Cenoura
Cebola
Sazon para arroz
Milho verde
Ervilha
Modo de preparo
Corte a calabresa em pedaços bem pequenos e coloque para fritar na própria gordura dela, ou seja, não precisa adicionar óleo, margarina ou coisas do gênero.
Rale a cenoura e a cebola e frite com margarina em uma outra panela. Adicione o sazon e deixe fritar um pouco. Adicione o arroz e misture bem. Coloque o milho verde, a ervilha e a calabresa frita. Misture e está pronto!
Essa receita é rápida, boa para quem tá com fome e está com preguiça de fazer algo mais elaborado. =)
domingo, 14 de novembro de 2010
Café Mania
Para os que lêem esse blog e efetivamente não me conhecem (se é que alguém ainda lê esse blog... eu pensei em colocar um contador pra verificar se a ausência de comentários se deve à preguiça do povo, mas eu não tenho um histórico muito bom com contadores de blog... eles são muito ansiógenos... além do mais, não é como se esse fosse o site mais atualizado do mundo...), eu sou uma pessoa facilmente suceptível a jogos online.
Geralmente, são os MMO. Na verdade, meus grandes vícios foram Ragnarok e WOW (e eu perdia muito tempo de jogo upando a skill de Cooking, enquanto que minha habilidade real de fritar um ovo era sofrível... pra você ver...). Agora estou tentando ver se rola um rapport com Lord of the Rings Online, mas para desgosto de alguns amigos que já estão se aventurando na Terra Média, no meu tempo ocioso, estou concentrando minhas atenções no Café Mania.
Quando essa onda de aplicativos começou, eu achei que era o prenúncio da decadência de princípios das redes virtuais de relacionamento. Não que o Orkut figurasse entre os modelos de idoneidade moral da Grande Nuvem* (e se você não sabe o que é isso, você está out, segundo um amigo meu), nem o Facebook na verdade, que foi quem inventou essas firulas pra tornar a visita a profiles mais apelativa, mas eu gostava de só ter um Orkut para ocasionalmente visitar as 2 ou 3 comunidades que acompanhava.
Aí veio o Café World (sim, o do Facebook), e eu me vi perdida. Daí, foi ladeira abaixo: uma tentativa vã com Mafia Wars, Colheita Feliz, Mini Fazenda (com direito a planilha de produção/lucro) e, agora, Café Mania (um revival de meu primeiro vício).
E o que isso tem a ver com esse blog? Ora, eu me divirto (not!) com a ironia subjacente de gastar tanto tempo cozinhando online quando na vida real ando com uma preguiça horrorosa de continuar com meu projeto de aprender a cozinhar de verdade (não que eu tenha desistido, é claro).
Nota: Para os que também jogam, aviso logo que estou precisando de vizinhos e que quero de presente as partes necessárias para montar as máquinas. Obg! :P
Eu estava procurando na internet dicas de como otimizar meus ganhos no jogo e vi que algumas pessoas unem o útil ao agradável e fazem a transposição para a realidade das receitas do aplicativo. Acho isso legal, e ao mesmo tempo um tanto psicótico. Não, não farei nada disso.
Se por acaso alguém se animar a começar a jogar aqui vão algumas dicas:
- Os nachos de queijo podem ser mais rápidos de se fazer (e por isso eu tenho certeza que são apenas com Doritos com aquele patê de queijo mega-blaster fácil que o Marlo ensinou aqui), mas o que vale a pena de início é o X-Tudo;
- Prenda seu cozinheiro e seus garçons com os fogões/ balcões/ mesas, para eles servirem mais rápido (eles não precisam ir até o cliente, isso só gasta tempo, eles podem fazer tudo através de telecinese);
- Quando você aprender Bobó de Camarão, é disso que você vai viver pelos próximos 10 níveis, por aí;
- E sim, existe uma planilha de produção/lucro/xp aqui.
Geralmente, são os MMO. Na verdade, meus grandes vícios foram Ragnarok e WOW (e eu perdia muito tempo de jogo upando a skill de Cooking, enquanto que minha habilidade real de fritar um ovo era sofrível... pra você ver...). Agora estou tentando ver se rola um rapport com Lord of the Rings Online, mas para desgosto de alguns amigos que já estão se aventurando na Terra Média, no meu tempo ocioso, estou concentrando minhas atenções no Café Mania.
Quando essa onda de aplicativos começou, eu achei que era o prenúncio da decadência de princípios das redes virtuais de relacionamento. Não que o Orkut figurasse entre os modelos de idoneidade moral da Grande Nuvem* (e se você não sabe o que é isso, você está out, segundo um amigo meu), nem o Facebook na verdade, que foi quem inventou essas firulas pra tornar a visita a profiles mais apelativa, mas eu gostava de só ter um Orkut para ocasionalmente visitar as 2 ou 3 comunidades que acompanhava.
Aí veio o Café World (sim, o do Facebook), e eu me vi perdida. Daí, foi ladeira abaixo: uma tentativa vã com Mafia Wars, Colheita Feliz, Mini Fazenda (com direito a planilha de produção/lucro) e, agora, Café Mania (um revival de meu primeiro vício).
E o que isso tem a ver com esse blog? Ora, eu me divirto (not!) com a ironia subjacente de gastar tanto tempo cozinhando online quando na vida real ando com uma preguiça horrorosa de continuar com meu projeto de aprender a cozinhar de verdade (não que eu tenha desistido, é claro).
Nota: Para os que também jogam, aviso logo que estou precisando de vizinhos e que quero de presente as partes necessárias para montar as máquinas. Obg! :P
Eu estava procurando na internet dicas de como otimizar meus ganhos no jogo e vi que algumas pessoas unem o útil ao agradável e fazem a transposição para a realidade das receitas do aplicativo. Acho isso legal, e ao mesmo tempo um tanto psicótico. Não, não farei nada disso.
Se por acaso alguém se animar a começar a jogar aqui vão algumas dicas:
- Os nachos de queijo podem ser mais rápidos de se fazer (e por isso eu tenho certeza que são apenas com Doritos com aquele patê de queijo mega-blaster fácil que o Marlo ensinou aqui), mas o que vale a pena de início é o X-Tudo;
- Prenda seu cozinheiro e seus garçons com os fogões/ balcões/ mesas, para eles servirem mais rápido (eles não precisam ir até o cliente, isso só gasta tempo, eles podem fazer tudo através de telecinese);
- Quando você aprender Bobó de Camarão, é disso que você vai viver pelos próximos 10 níveis, por aí;
- E sim, existe uma planilha de produção/lucro/xp aqui.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Carê!!
Eu soube recentemente, para meu espanto e indignação, que há editores deste mesmo blog que OUSAM não gostar de curry. Acho isto um absurdo, dado o potencial gastronômico deste tempero inimitável, e, além disto, um infortúnio para a editora em questão, que perde em não apreciar o condimento.
Blue, tente de novo. O curry (ou carê, para os japoneses), é uma delícia!
Bom, uma vez gasto todo meu vocabulário no primeiro parágrafo, vamos ao que interessa. O fato é que já há algum tempo que penso em que maravilha da culinária semi-pronta eu poderia mostrar a vocês, leitores, mas as minhas últimas experiências não foram das melhores. Provei um produto novo da Maggi, um tipo de saquinho com temperos que dizia transformar o processo de assar frango no forno em algo fácil e limpo (prometia não sujar nem a assadeira), além de deixar a ave saborosa. Foi um fiasco que merece ser descrito com mais detalhes, então deixarei para outro post.
De qualquer forma, o assunto é curry. Curry é um tempero que é vendido em duas formas, em pó e em tablete. Nem sei como se usa em pó, mas o tablete é muito fácil. Basicamente, você faz uma sopa e acrescenta os tabletes, mais ou menos um para cada 300 ml de água. Fica um caldo grosso e gostoso (mais abaixo coloco uma receitinha). Normalmente eu compro no bairro oriental de São Paulo, a Liberdade, mas acredito que nos maiores supermercados também dê para encontrar. Abaixo tem umas fotos da marca que eu uso mais, a Golden Curry, que vem em três graus de picância:
Para meninas, o leve.

Nem cá nem lá.

Kratos.

AVISO: Este condimento é contraindicado para quem sofre de sensibilidade excessiva nas extremidades do tubo digestivo. Em qualquer uma delas.
O meu preferido é o mais power, que eu preparo ainda adicionando pimenta, mas sei que não é para todo mundo, muito menos logo de cara. Se você é iniciante nas artes pimentísticas, vá de leve e comece pelo médio. Se não gosta de pimenta (blé, fraco!), use o suave.
Dá para fazer o carê de diversas formas. Você pode simplesmente fazer um miojo e colocar um tablete nele junto com o macarrão (mexa bem para dissolver, demora um pouco). Você pode fazer arroz e colocar um tablete. Minha receita favorita é esta abaixo:
Carê do Marlo
Uns cinco minutos depois de começar a sair vapor, desligue, espere esfriar, abra a panela e veja se a batata está macia. Provavelmente estará. Se não, volte ao fogo um pouco mais. Quando estiver pronto, coloque quatro tabletes de curry na água e mexa suavemente por uns 10 minutos. O caldo vai ficar mais grosso e amarronzado. O cheiro é característico e muito gostoso!
Pronto!! Sirva com arroz branco.
Blue, tente de novo. O curry (ou carê, para os japoneses), é uma delícia!
Bom, uma vez gasto todo meu vocabulário no primeiro parágrafo, vamos ao que interessa. O fato é que já há algum tempo que penso em que maravilha da culinária semi-pronta eu poderia mostrar a vocês, leitores, mas as minhas últimas experiências não foram das melhores. Provei um produto novo da Maggi, um tipo de saquinho com temperos que dizia transformar o processo de assar frango no forno em algo fácil e limpo (prometia não sujar nem a assadeira), além de deixar a ave saborosa. Foi um fiasco que merece ser descrito com mais detalhes, então deixarei para outro post.
De qualquer forma, o assunto é curry. Curry é um tempero que é vendido em duas formas, em pó e em tablete. Nem sei como se usa em pó, mas o tablete é muito fácil. Basicamente, você faz uma sopa e acrescenta os tabletes, mais ou menos um para cada 300 ml de água. Fica um caldo grosso e gostoso (mais abaixo coloco uma receitinha). Normalmente eu compro no bairro oriental de São Paulo, a Liberdade, mas acredito que nos maiores supermercados também dê para encontrar. Abaixo tem umas fotos da marca que eu uso mais, a Golden Curry, que vem em três graus de picância:
Para meninas, o leve.

Nem cá nem lá.

Kratos.

AVISO: Este condimento é contraindicado para quem sofre de sensibilidade excessiva nas extremidades do tubo digestivo. Em qualquer uma delas.
O meu preferido é o mais power, que eu preparo ainda adicionando pimenta, mas sei que não é para todo mundo, muito menos logo de cara. Se você é iniciante nas artes pimentísticas, vá de leve e comece pelo médio. Se não gosta de pimenta (blé, fraco!), use o suave.
Dá para fazer o carê de diversas formas. Você pode simplesmente fazer um miojo e colocar um tablete nele junto com o macarrão (mexa bem para dissolver, demora um pouco). Você pode fazer arroz e colocar um tablete. Minha receita favorita é esta abaixo:
Carê do Marlo
- 300 gramas de carne bovina (músculo) em pedaços;
- 2 batatas médias;
- 2 cenouras médias;
- 1/2 cebola grande ou 1 média;
- 2 pimentas dedo de moça (opcional);
- sal a gosto.
Uns cinco minutos depois de começar a sair vapor, desligue, espere esfriar, abra a panela e veja se a batata está macia. Provavelmente estará. Se não, volte ao fogo um pouco mais. Quando estiver pronto, coloque quatro tabletes de curry na água e mexa suavemente por uns 10 minutos. O caldo vai ficar mais grosso e amarronzado. O cheiro é característico e muito gostoso!
Pronto!! Sirva com arroz branco.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
1+1
Alguns dizem que cozinhar é uma Arte. Pra mim, hoje, foi matemática. E pra aqueles que pretendem argumentar que cozinhar também é uma ciência (ou no mínino um processo alquímico), eu digo que não cola. Eu nem considero matemática uma ciência...
Mas como eu ia dizendo, o produto culinário da vez foi resultado de um simples raciocínio lógico. Eu não tinha jantado, estava com fome e com preguiça, ou seja, era uma noite como outra qualquer. Decidi que era hora de admitir meu azar no Poker online e fazer algo para comer, então procurei iluminação na internet. Eu sabia que existia pizza de frigideira, e sabia que existia pizza de pão... então LOGICAMENTE, o google iria me fornecer com uma receita de pizza de frigideira feita com pão, fácil de fazer e que só tomasse 5 minutos de meu tempo. Voilá!
Ingredientes:
-1 pães amanhecido cortado em rodelas
-1/2 tomate picado em cubos ou rodelas
-1/2 cebola em rodelas
-2 fatias de presunto
-2 fatias de queijo mussarela
-azeite
-sal
-orégano
-água
Preparo:
Coloque sua frigideira preferida no fogo com um pouco de azeite, e ponha as cebolas para fritar. Existem ressalvas como "até dourar" ou "até ficar macia", mas como eu nunca cheguei a esse grau de desenvolvimento espiritual, eu apenas sigo a regra "não deixe queimar". Acrescente o tomate, o sal e o orégano e mexa mais um pouquinho. Para não grudar, coloque um pouco de água. POUCO. Isto é, menos do que você está pensando... você não quer empapar a pizza...
Aí você coloca o presunto. Ah, o presunto... eu tive um insight, enquanto estava comendo, que compartilharei aqui. Eu apenas coloquei as fatias de presunto por cima, mas depois pensei que ficaria legal se o presunto fosse moído, pra ficar bunitinho, em cima da pizza. Se alguém fizer assim, me conta o que achou ^^
Mas bem, depois do presunto, vem o queijo. Quanto a ele, eu recomendo colocar as fatias inteiras por cima mesmo, mas uma coisa que eu não fiz e que também acho que ficaria legal é espalhar, por cima do queijo, antes dele derreter, um pouco de molho de tomate.
Por cima de tudo, posicione as rodelas de pão, formando uma "base". Acho que todos aqui já percebemos que estamos montando uma pizza de cabeça pra baixo. Não a gente, a pizza é que está de cabeça pra baixo...
Aí vem a parte mais bizarra da receita. Depois de colocar tudo, desliga o fogo, pega um prato fundo e aperta a base dele contra o conteúdo de dentro da frigideira. Assim o pão vai absorver a coisa toda, formando um único item: sua pizza.
Só para constar, a pressão que se faz é leve (o peso do próprio prato deve bastar, eu acho, se for aqueles de vidro), e deve demorar uns 3 minutos, de acordo com o site do "Mais Você". Na hora, porém, eu ignorei completamente essa instrução, apertei o pão no "recheio" com força por menos de 10 segundos e virei o conteúdo no prato. Não ficou lá tudo junto e organizado, mas eu comi e fui feliz. Viva à sociedade alternativa!
Mas como eu ia dizendo, o produto culinário da vez foi resultado de um simples raciocínio lógico. Eu não tinha jantado, estava com fome e com preguiça, ou seja, era uma noite como outra qualquer. Decidi que era hora de admitir meu azar no Poker online e fazer algo para comer, então procurei iluminação na internet. Eu sabia que existia pizza de frigideira, e sabia que existia pizza de pão... então LOGICAMENTE, o google iria me fornecer com uma receita de pizza de frigideira feita com pão, fácil de fazer e que só tomasse 5 minutos de meu tempo. Voilá!
Ingredientes:
-1 pães amanhecido cortado em rodelas
-1/2 tomate picado em cubos ou rodelas
-1/2 cebola em rodelas
-2 fatias de presunto
-2 fatias de queijo mussarela
-azeite
-sal
-orégano
-água
Preparo:
Coloque sua frigideira preferida no fogo com um pouco de azeite, e ponha as cebolas para fritar. Existem ressalvas como "até dourar" ou "até ficar macia", mas como eu nunca cheguei a esse grau de desenvolvimento espiritual, eu apenas sigo a regra "não deixe queimar". Acrescente o tomate, o sal e o orégano e mexa mais um pouquinho. Para não grudar, coloque um pouco de água. POUCO. Isto é, menos do que você está pensando... você não quer empapar a pizza...
Aí você coloca o presunto. Ah, o presunto... eu tive um insight, enquanto estava comendo, que compartilharei aqui. Eu apenas coloquei as fatias de presunto por cima, mas depois pensei que ficaria legal se o presunto fosse moído, pra ficar bunitinho, em cima da pizza. Se alguém fizer assim, me conta o que achou ^^
Mas bem, depois do presunto, vem o queijo. Quanto a ele, eu recomendo colocar as fatias inteiras por cima mesmo, mas uma coisa que eu não fiz e que também acho que ficaria legal é espalhar, por cima do queijo, antes dele derreter, um pouco de molho de tomate.
Por cima de tudo, posicione as rodelas de pão, formando uma "base". Acho que todos aqui já percebemos que estamos montando uma pizza de cabeça pra baixo. Não a gente, a pizza é que está de cabeça pra baixo...
Aí vem a parte mais bizarra da receita. Depois de colocar tudo, desliga o fogo, pega um prato fundo e aperta a base dele contra o conteúdo de dentro da frigideira. Assim o pão vai absorver a coisa toda, formando um único item: sua pizza.
Só para constar, a pressão que se faz é leve (o peso do próprio prato deve bastar, eu acho, se for aqueles de vidro), e deve demorar uns 3 minutos, de acordo com o site do "Mais Você". Na hora, porém, eu ignorei completamente essa instrução, apertei o pão no "recheio" com força por menos de 10 segundos e virei o conteúdo no prato. Não ficou lá tudo junto e organizado, mas eu comi e fui feliz. Viva à sociedade alternativa!
domingo, 10 de outubro de 2010
Quick Fact: Como cortar cebola
Antes de fazer aquela faxina para tirar as teias de aranha e o limo que se aglomeraram devido a total inatividade deste blog, compartilharei um pequeno insight que tive ao ajudar minha mãe estressada com o almoço de domingo que começou a ser preparado às 13h.
Nota: E desde já, quero deixar registrado que a falta de posts não é culpa exclusivamente minha, e faço o apelo para os colaboradores deste blog... err... colaborarem :P
Bem, além de uma cozinheira incompetente, eu também sou uma assistente de cozinha incompetente. A minha utilidade maior (quando tenho) é lavar os pratos, mas como diria o narrador da estória de Joseph Klimberg: "Ah, a vida...". Então de vez em quando acontece de eu estar lá cortando verdura.
O meu maior problema ao executar essa tarefa, além da ansiedade de performance (já que minha mãe espera que tudo esteja picado 3,5s depois que ela mandou), é o fato de cortar cebola. Eu tenho todo o tipo de reações adversas e intensas: ardência nos olhos, lacrimejo, mãos coçando, e muitas vezes tenho que parar o processo e me afastar correndo desesperada para lavar mãos e rosto. Um verdadeiro martírio. Tanto é que passo muito tempo considerando a real necessidade daquele ingrediente na atividade culinária.
Hoje, porém, eu deixei a cebola para cortar por último, considerando realmente "esquecer" dela. No fim, decidi encará-la, e depois de parar o corte pela segunda vez, vencida a metade da uma cebola que eu deveria picar, voltei a mesa mas não me sentei, e decidi ser "macho" e terminar logo com aquilo.
O simples fato de continuar o corte em pé me fez maravilhas! Não senti mais nada! Foi como se me colocando numa posição bem acima dela, a minha clara superioridade na cadeia alimentar acentuasse sua insignificância enquanto simples vegetal. Não sei se funcionárá toda vez, mas agora a cebola tem razões para me temer, e não o contrário!
Take that, bitch!
Nota: E desde já, quero deixar registrado que a falta de posts não é culpa exclusivamente minha, e faço o apelo para os colaboradores deste blog... err... colaborarem :P
Bem, além de uma cozinheira incompetente, eu também sou uma assistente de cozinha incompetente. A minha utilidade maior (quando tenho) é lavar os pratos, mas como diria o narrador da estória de Joseph Klimberg: "Ah, a vida...". Então de vez em quando acontece de eu estar lá cortando verdura.
O meu maior problema ao executar essa tarefa, além da ansiedade de performance (já que minha mãe espera que tudo esteja picado 3,5s depois que ela mandou), é o fato de cortar cebola. Eu tenho todo o tipo de reações adversas e intensas: ardência nos olhos, lacrimejo, mãos coçando, e muitas vezes tenho que parar o processo e me afastar correndo desesperada para lavar mãos e rosto. Um verdadeiro martírio. Tanto é que passo muito tempo considerando a real necessidade daquele ingrediente na atividade culinária.
Hoje, porém, eu deixei a cebola para cortar por último, considerando realmente "esquecer" dela. No fim, decidi encará-la, e depois de parar o corte pela segunda vez, vencida a metade da uma cebola que eu deveria picar, voltei a mesa mas não me sentei, e decidi ser "macho" e terminar logo com aquilo.
O simples fato de continuar o corte em pé me fez maravilhas! Não senti mais nada! Foi como se me colocando numa posição bem acima dela, a minha clara superioridade na cadeia alimentar acentuasse sua insignificância enquanto simples vegetal. Não sei se funcionárá toda vez, mas agora a cebola tem razões para me temer, e não o contrário!
Take that, bitch!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Minha Tapioca
Após comer algumas tapiocas em João Pessoa, pensei em fazer, afinal parecia algo bem fácil de fazer. Procurei algumas receitas e como bom cozinheiro que sou, fui pela mais fácil e aparentemente mais simples.
O que levava a receita?
500g de polvilho doce
2 pitadas de sal
300 ml de agua.
Básico, 3 ingredientes, misturar tudo e pronto. para minha surpresa e decepção errei na água e coloquei pelo menos uns 100 ml a mais, e tava feita a porcaria. Ao invéz de ficar uma farinha endurecida que deveria ser peneirada depois, ficou uma líquido cremoso, e ai pensei e agora?
Coloco fora e desisto, ou vamos em frente? Parei por um tempo e fui almoçar, depois do almoço voltei ao líquido semi-cremoso que não me servia pra nada e resolvi fritar ele pra ver se saia algo que prestasse.
Peguei uma pequena frigideira, coloquei no fogo e fui colocando o líquido aos poucos, e foi se formando uma meleca estranha, mas notei depois da segunda que a parte interna da meleca estava endurecida e seca, ai notei que poderia ser a salvação da tapioca. Segui fritando aquela meleca toda e tentar salvar o dia depois. Finalizando tive uma série de discos grudentos com uma camada grossa de farinha endurecida por dentro.
Ai fui retirando uma a uma as melecas da volta, uma meia hora de trabalhoso e sujo serviço depois, consegui separar apenas as partes que tinham um tipo de farinha endurecida que poderia ser útil pra fazer a massa da tapioca. Então coloquei um prato de massa melequenta fora e parti para tentar livrar minha cara de péssimo cozinheiro.
Peguei uma peneira e comecei a esmigalhar os pedaços de farinha endurecida e peneirar. Notei que estava criando uma farinha parecida com farinha de mandioca, mas mais fofa, o que era um bom sinal. Depois de muito trabalho peneirando e esmagando a farinha consegui uma boa quantidade de material para fazer as tapiocas. Voltei ao fogão, acendi novamente o fogo e coloquei a frigideira. Aos poucos coloquei algumas colheres de sopa rasas da farinha na frigideira (era pequena, se fosse maior provavelmente precisaria de bem mais colheradas de farinha), dei uma alisada com a espátula pra ver se deixava um disco bonitinho e vi que começou a sair fumaça e o típico cheiro de queimado, ai virei com a ajuda da espátula e vi que tinha salvado o dia, porque criou um disco coeso de farinha, foi uma felicidade saber que apesar de todo desastre até aquele momento poderia salvar a minhas tapiocas. A receita deu uns 12 discos mais ou menos, imaginei que se não tivesse perdido parte da materia-prima deveriam dar umas 20 pelo menos. Pra terminar o teste, peguei uma banana e a dividi em 3, e coloquei cada uma das partes numa tapioca, coloquei um pouco de canela em pó e em seguida leite condensado.
E fui experimentar. bem... ficou melhor que eu esperava depois de tudo aquilo. Durante o dia tentei novas fórmulas de recheio, como presunto e muzzarela. Eu ia tentar com salamito e muzzarela, mas lembrei que o salamito estava no refrigerador a pelo menos uma semana antes da minha viagem a João Pessoa e não quis arriscar minha integridade fisica.
Uma coisa que notei, a tapioca tem q ser feita na hora porque depois começa a ficar dura e farinhenta, no dia seguinte é quase intragável. Se for fazer faça e a coma na hora, fica muito bom. Um conselho, faça bastante e não exagere na água, é preferivel por menos do que em excesso, porque pode causar um desastre, não deixe ficar úmido, e coloque apenas o suficiente para juntar a farinha, depois use a peneira para deixar soltinha e coloque a farinha resultante numa vasilha fechada de plastico e faça na hora de comer. O recheio pode ser doce ou salgado fica bom de qualquer jeito.
Bon Apetit...
O que levava a receita?
500g de polvilho doce
2 pitadas de sal
300 ml de agua.
Básico, 3 ingredientes, misturar tudo e pronto. para minha surpresa e decepção errei na água e coloquei pelo menos uns 100 ml a mais, e tava feita a porcaria. Ao invéz de ficar uma farinha endurecida que deveria ser peneirada depois, ficou uma líquido cremoso, e ai pensei e agora?
Coloco fora e desisto, ou vamos em frente? Parei por um tempo e fui almoçar, depois do almoço voltei ao líquido semi-cremoso que não me servia pra nada e resolvi fritar ele pra ver se saia algo que prestasse.
Peguei uma pequena frigideira, coloquei no fogo e fui colocando o líquido aos poucos, e foi se formando uma meleca estranha, mas notei depois da segunda que a parte interna da meleca estava endurecida e seca, ai notei que poderia ser a salvação da tapioca. Segui fritando aquela meleca toda e tentar salvar o dia depois. Finalizando tive uma série de discos grudentos com uma camada grossa de farinha endurecida por dentro.
Ai fui retirando uma a uma as melecas da volta, uma meia hora de trabalhoso e sujo serviço depois, consegui separar apenas as partes que tinham um tipo de farinha endurecida que poderia ser útil pra fazer a massa da tapioca. Então coloquei um prato de massa melequenta fora e parti para tentar livrar minha cara de péssimo cozinheiro.
Peguei uma peneira e comecei a esmigalhar os pedaços de farinha endurecida e peneirar. Notei que estava criando uma farinha parecida com farinha de mandioca, mas mais fofa, o que era um bom sinal. Depois de muito trabalho peneirando e esmagando a farinha consegui uma boa quantidade de material para fazer as tapiocas. Voltei ao fogão, acendi novamente o fogo e coloquei a frigideira. Aos poucos coloquei algumas colheres de sopa rasas da farinha na frigideira (era pequena, se fosse maior provavelmente precisaria de bem mais colheradas de farinha), dei uma alisada com a espátula pra ver se deixava um disco bonitinho e vi que começou a sair fumaça e o típico cheiro de queimado, ai virei com a ajuda da espátula e vi que tinha salvado o dia, porque criou um disco coeso de farinha, foi uma felicidade saber que apesar de todo desastre até aquele momento poderia salvar a minhas tapiocas. A receita deu uns 12 discos mais ou menos, imaginei que se não tivesse perdido parte da materia-prima deveriam dar umas 20 pelo menos. Pra terminar o teste, peguei uma banana e a dividi em 3, e coloquei cada uma das partes numa tapioca, coloquei um pouco de canela em pó e em seguida leite condensado.
E fui experimentar. bem... ficou melhor que eu esperava depois de tudo aquilo. Durante o dia tentei novas fórmulas de recheio, como presunto e muzzarela. Eu ia tentar com salamito e muzzarela, mas lembrei que o salamito estava no refrigerador a pelo menos uma semana antes da minha viagem a João Pessoa e não quis arriscar minha integridade fisica.
Uma coisa que notei, a tapioca tem q ser feita na hora porque depois começa a ficar dura e farinhenta, no dia seguinte é quase intragável. Se for fazer faça e a coma na hora, fica muito bom. Um conselho, faça bastante e não exagere na água, é preferivel por menos do que em excesso, porque pode causar um desastre, não deixe ficar úmido, e coloque apenas o suficiente para juntar a farinha, depois use a peneira para deixar soltinha e coloque a farinha resultante numa vasilha fechada de plastico e faça na hora de comer. O recheio pode ser doce ou salgado fica bom de qualquer jeito.
Bon Apetit...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Feijão com cheats
Oi, gente!
Seguindo a *vibe* de comida de verdade, trago a vocês o verdadeiro core do cotidiano culinário... literalmente, o feijão com arroz* da cozinha!
*No caso, só o feijão, porque o arroz já foi objeto de outro post...
E como aqui somos dummies (eu), preguiçosos (eu) e temos problemas com elucubrações gastronômicas (eu), também vou invadir a área temática do Marlo (tm) e propagandear um dos "produtos-interessantes-que-podem-ser-usados-no-dia-a-dia-sem-medo-de-ser- feliz"**.
** Vulgo, cheat.
=====================================DISCLAIMER=====================================
Essa á uma receita não-testada pessoalmente (ainda). Os detalhes me foram passados em primeira mão pelo autor, e, segundo relatos de sua irmã, depois dessa receita de feijão, almoçar virou a melhor parte do seu dia.
=====================================DISCLAIMER=====================================
Ingredientes:
- 3 xícaras de feijão (pra toda a sua família)
- 12 xícaras de água
- 3 folhas de louro
- 4 tabletes de tempero para feijão *** (o "Brasileirinho", sem conservadores)
*** E já que David deu a idéia: Knooooooooooooooooooor, estamos aí pra qualquer negócio!!!!
- 1 colher de pasta de alho (inclusive, as que se compram prontas em supermercados já vem com sal)
- 1 linguiça
- 1 tira de bacon
- Azeite
- Sal a gosto (uma pitada, na verdade, caso vc queira mais do que já vem na pasta de alho e no tablete de tempero)
- Tomate/cebola/pimentão a gosto, picado (opcional)
- Demais carnes de feijão (opcional)
Preparo:
A preparação é extensa, mas não é complicada, apenas necessita um pouco de planejamento prévio. Depois de separar os grãos (caso sua marca seja ruim e barata), coloque o feijão na água, dentro de sua panela de pressão favorita, para ficar de molho de um dia pra o outro: umas 12 horas de relaxamento e hidratação, para os seus feijões incharem e ficarem mais desejáveis esteticamente.
No dia seguinte, mais ou menos uma hora antes da hora em que você quer que ele fique pronto para comer, coloque 3 folhas de louro, sal (e se você quiser, eu acho, agora seria o momento das demais carnes que necessitam de um tempo de cozimento), e ponha para cozinhar na pressão por 30 minutos.
Depois disso, desligue o fogo e puxe o negocinho pra pressão ir saindo da panela. Enquanto isso, corte a linguiça e o bacon em pedacinhos bunitinhos e frite-os no azeite, com a pasta de alho e os tabletes de tempero. Se quiser, também, corte as verduras que gostaria de adicionar, mas, em termos de paladar, elas são desnecessárias, devido à tecnologia de alimentos**** (mesmo assim eu acho que dá um toque todo especial, caseiro, idealizado e pin up).
**** Os tabletes em questão substituem quase toda a sua necessidade de sabores a serem colocados, inclusive sal (mas eu recomendei colocar mais um pouco além disso, pros que gostam). Bem menos artificial que um BigMac, garanto.
Retire uma concha e meia de feijão (só os grãos), coloque num prato e amasse. Isso vai servir pra engrossar seu caldo e dar aquele ar de "hmmmmmmmmmmmmm, delícia!". Junte, então, com a sua bela fritura e as verduras (opcionais), e devolva à panela. Coloque no fogo novamente, na pressão, por mais uns 10 minutos, e corra pro abraço.
Seguindo a *vibe* de comida de verdade, trago a vocês o verdadeiro core do cotidiano culinário... literalmente, o feijão com arroz* da cozinha!
*No caso, só o feijão, porque o arroz já foi objeto de outro post...
E como aqui somos dummies (eu), preguiçosos (eu) e temos problemas com elucubrações gastronômicas (eu), também vou invadir a área temática do Marlo (tm) e propagandear um dos "produtos-interessantes-que-podem-ser-usados-no-dia-a-dia-sem-medo-de-ser- feliz"**.
** Vulgo, cheat.
=====================================DISCLAIMER=====================================
Essa á uma receita não-testada pessoalmente (ainda). Os detalhes me foram passados em primeira mão pelo autor, e, segundo relatos de sua irmã, depois dessa receita de feijão, almoçar virou a melhor parte do seu dia.
=====================================DISCLAIMER=====================================
Ingredientes:
- 3 xícaras de feijão (pra toda a sua família)
- 12 xícaras de água
- 3 folhas de louro
- 4 tabletes de tempero para feijão *** (o "Brasileirinho", sem conservadores)
*** E já que David deu a idéia: Knooooooooooooooooooor, estamos aí pra qualquer negócio!!!!
- 1 colher de pasta de alho (inclusive, as que se compram prontas em supermercados já vem com sal)
- 1 linguiça
- 1 tira de bacon
- Azeite
- Sal a gosto (uma pitada, na verdade, caso vc queira mais do que já vem na pasta de alho e no tablete de tempero)
- Tomate/cebola/pimentão a gosto, picado (opcional)
- Demais carnes de feijão (opcional)
Preparo:
A preparação é extensa, mas não é complicada, apenas necessita um pouco de planejamento prévio. Depois de separar os grãos (caso sua marca seja ruim e barata), coloque o feijão na água, dentro de sua panela de pressão favorita, para ficar de molho de um dia pra o outro: umas 12 horas de relaxamento e hidratação, para os seus feijões incharem e ficarem mais desejáveis esteticamente.
No dia seguinte, mais ou menos uma hora antes da hora em que você quer que ele fique pronto para comer, coloque 3 folhas de louro, sal (e se você quiser, eu acho, agora seria o momento das demais carnes que necessitam de um tempo de cozimento), e ponha para cozinhar na pressão por 30 minutos.
Depois disso, desligue o fogo e puxe o negocinho pra pressão ir saindo da panela. Enquanto isso, corte a linguiça e o bacon em pedacinhos bunitinhos e frite-os no azeite, com a pasta de alho e os tabletes de tempero. Se quiser, também, corte as verduras que gostaria de adicionar, mas, em termos de paladar, elas são desnecessárias, devido à tecnologia de alimentos**** (mesmo assim eu acho que dá um toque todo especial, caseiro, idealizado e pin up).
**** Os tabletes em questão substituem quase toda a sua necessidade de sabores a serem colocados, inclusive sal (mas eu recomendei colocar mais um pouco além disso, pros que gostam). Bem menos artificial que um BigMac, garanto.
Retire uma concha e meia de feijão (só os grãos), coloque num prato e amasse. Isso vai servir pra engrossar seu caldo e dar aquele ar de "hmmmmmmmmmmmmm, delícia!". Junte, então, com a sua bela fritura e as verduras (opcionais), e devolva à panela. Coloque no fogo novamente, na pressão, por mais uns 10 minutos, e corra pro abraço.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bifes 'Cremosos' do Anonymus
Não é de hoje que eu sou fã do Pinheiro Machado, o famoso Anonymus do Anonymus Gourmet. Já fiz essa receita sei lá quantas vezes, tantas que pra mim ela não tem mais nem medidas. Esses dias tava vendo o programa e a repetiram. Anotei pra postar aqui.
-4 bifes (o tamanho e a quantidade pode variar de acordo com a fome e/ou quantos forem comer);
-4 fatias de presunto (de acordo com os bifes);
-Queijo picado (eu uso o mussarela, mas pode usar outro que derreta bem. Fica um espetáculo com provolone);
-1 caixa de creme de leite;
-3 colheres de sopa de molho de soja;
-1 copo de caldo de carne (pode ser o de cubinho mesmo, se optar pelo caldo de carne é só ferver por muito tempo pedaços de carne. Eu nunca fiz assim);
-1 colher de sopa de farinha de trigo.
Bom, o molho e o queijo variam de acordo com a quantidade de bifes.
°Preparo°
-Em uma frigideira BEM quente, frita os bifes um por um até que fiquem bem dourados. Arruma todos no fundo de um refratário que caiba todos, sem botar um por cima do outro;
-No liquidificador bate o caldo de carne, o molho de soja e a farinha de trigo;
-Em seguida leva esse molho pra mesma frigideira dos bifes pra engrossar um pouco. Caso fique muito grosso, pode botar um pouco d'água;
-Tira do fogo, dá uns minutinhos e bota o creme de leite;
-Em seguida, bota as fatias de presunto por cima dos bifes, por cima delas o molho e pra terminar o queijo;
-Direto pro forno até derreter o queijo.
Acompanha arroz branco e salada verde.
Esse molho serve pra usar em carnes vermelhas em geral. Não necessariamente precisa ir ao forno!
X=****
(Sem foto dessa vez!)
-4 bifes (o tamanho e a quantidade pode variar de acordo com a fome e/ou quantos forem comer);
-4 fatias de presunto (de acordo com os bifes);
-Queijo picado (eu uso o mussarela, mas pode usar outro que derreta bem. Fica um espetáculo com provolone);
-1 caixa de creme de leite;
-3 colheres de sopa de molho de soja;
-1 copo de caldo de carne (pode ser o de cubinho mesmo, se optar pelo caldo de carne é só ferver por muito tempo pedaços de carne. Eu nunca fiz assim);
-1 colher de sopa de farinha de trigo.
Bom, o molho e o queijo variam de acordo com a quantidade de bifes.
°Preparo°
-Em uma frigideira BEM quente, frita os bifes um por um até que fiquem bem dourados. Arruma todos no fundo de um refratário que caiba todos, sem botar um por cima do outro;
-No liquidificador bate o caldo de carne, o molho de soja e a farinha de trigo;
-Em seguida leva esse molho pra mesma frigideira dos bifes pra engrossar um pouco. Caso fique muito grosso, pode botar um pouco d'água;
-Tira do fogo, dá uns minutinhos e bota o creme de leite;
-Em seguida, bota as fatias de presunto por cima dos bifes, por cima delas o molho e pra terminar o queijo;
-Direto pro forno até derreter o queijo.
Acompanha arroz branco e salada verde.
Esse molho serve pra usar em carnes vermelhas em geral. Não necessariamente precisa ir ao forno!
X=****
(Sem foto dessa vez!)
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